A Populated and Civilised Kingdom Vol. 2 (Book)

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A Populated and Civilised Kingdom Vol. 2

Localização: Biblioteca de Rathleton
Gênero: Indefinido.
Autor:
Descrição curta: Relato da ocupação de Rathleton.
Traduzido: Tick.png

Original:

As I mentioned we were no strangers to battle and the gruesome sights of war but none of us was prepared for when we found Julas, after hacking through the doors that guarded his personal quarters. Let us just say he had done 'things' to his servants and his own body. The walls were smeared with blood in patterns that reminded me on magic symbols. He was barely alive, more then could be said about his poor servants, a dozens or so. And there was madness in his eyes. A madness that was so deep and intense that you could not stand the look of his eyes for long. He was babbling incoherent sentences and giggling and laughing all the while spittle dropped uncontrollable from his mouth. With his mutilations he might not have survived the night anyway but I was taking no chances. I had a pyre constructed and got rid of him before the turn of midnight. None of his subjects objected. That alone was proof I was right to do that.
I assumed now things would take a turn for the better now. I assumed reign over the city awaiting the people to show some rightful successor I could accept and planed to go on with the construction of a base for our order. But perhaps I should have read my dreams better then that.
At first it became obvious that each and every night I tried to enter the dream realm I became trapped in nightmares of blood and soon sensed a presence of something malignant, evil but completely elusive that was stalking me. And more! There was something, not yet a voice though, that seemed to urge me to do even more vile and abominable thing as Julas had done.
To make matters worse each and every pretender for the throne the citizens half-heartedly presented seemed to be the descendant of the same degenerate branch of a family that hat two generations ago slaughtered any other of the royal lines to the last man. I sensed that non of them was to be trusted, each of one more depraved then the other.
So I was in a dilemma. Through the malignant presence the isle was unsuitable for us as a base. No chance to create a dreampath here or to have dreams not tainted by whatever lurked here. On the other hand those people were in desperate need of leadership and something had to be done about whatever haunted this isle.
So with no resistance from the citizens who seemed rather glad that not another ruler of that degenerate line would be instituted I assumed the title of lord protector of the realm. Though I had to sent most of my men away to fight in other battles and the other dreammasters showed concern about my decision I think it was the right thing to do. I will lead this people to new prosperity and will see that the evil of the isle is contained while I work to find a way to destroy it once and for all.


Tradução:
Como mencionei antes nós não somos estranhos à batalha e às terríveis vistas da guerra, mas nenhum de nós estava preparado para quanto encontramos Julas, após retalhar as portas que guardavam seus aposentos pessoais. Vamos dizer apenas que ele havia feito ‘coisas’ para seus servos e seu próprio corpo. As paredes estavam manchadas de sangue em padrões que me lembravam de símbolos mágicos. Ele mal estava vivo, mais do que podia ser dito sobre seus pobres servos, cerca de uma dúzia. E havia loucura em seus olhos. Uma loucura tão profunda e intensa que você não podia aguentar por muito tempo o mirar de seus olhos. Ele estava balbuciando sentenças incoerentes e rindo enquanto saliva pingava incontrolavelmente de sua boca. Com suas mutilações ele não teria sobrevivido à noite de qualquer jeito, mas eu não tomaria chances. Eu mandei construírem uma pira e me livrei dele antes da virada da meia noite. Nenhum de seus servos contestou. Só isso foi prova que estava certo em fazê-lo.
Eu assumi que agora as coisas tomariam um rumo melhor. Eu assumi o reinado da cidade esperando que o povo mostrasse algum sucessor de direito que poderia aceitar e planejava continuar com a construção de uma base da nossa ordem. Porém talvez eu devesse ter lido meus sonhos melhor que isso.
A princípio parecia óbvio que cada noite que eu tentava entrar no reino dos sonhos, eu ficava aprisionado em pesadelos de sangue e logo sentia a presença de algo maligno, malvado, mas completamente esquivo que me perseguia. E mais! Havia algo, não ainda uma voz, porém, que parecia me incitar a fazer coisas ainda mais vis e abomináveis do que Julas havia feito.
Para piorar as coisas cada um dos pretendentes ao trono que os cidadãos apresentavam sem entusiasmo parecia ser o descendente do mesmo braço degenerado da família que há duas gerações atrás assassinou todos os outros da família real, até o último homem. Eu senti que nenhum deles era confiável, cada um mais depravado que o outro.
Então eu estava em um dilema. Pela presença maligna, a ilha não era adequada para nós como uma base. Sem chance de criar um dreampath aqui ou ter sonhos não manchados por o que quer que seja que espreitava por aqui. Por outro lado, esse povo estava com uma necessidade desesperada de liderança e alguma coisa tinha que ser feia sobre o que quer que assombre essa ilha.

Então, sem resistência dos cidadãos, que pareciam até felizes que nenhum comandante daquela linhagem degenerada fosse instituído, eu assumi o título de senhor protetor do reino. Apesar de precisar ter mandado a maioria dos meu homens para lutar em outras batalhas e os outros dreammasters terem mostrado preocupação em relação a minha decisão, eu acho que fiz a coisa certa. Eu liderarei esse povo a nova prosperidade e farei com que o mau da ilha esteja contido enquanto trabalho para encontrar um modo de acabá-lo de uma vez por todas.

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