Mahatheb the Vizier (Book)

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Mahatheb the Vizier

Localização: Forgotten Tomb.
Gênero: Indefinido.
Autor: O Cronista de Mahatheb.
Descrição curta: O grão-vizir Mahatheb tenta impedir um golpe de estado planejado por Arkhothep, porém é forçado a se retirar para sua tumba.
Traduzido: Tick.png
Artigos relacionados: Forgotten Tomb, Mahatheb, Arkhothep, Qual'Jehari, Xetharis, Djinn.

Original:

Mahatheb was the greatest vizier the city of Ankrahmun had ever seen. His counsel was prized and his wisdom legendary. He served the pharaoh Ashmunrah dutifully and faithfully. The wise Mahatheb had ever been wary of the studies of the pharaoh’s dark son, Arkhotep. But Arkhothep whispered lies into the ears of the pharaoh and poisoned his mind and heart. In his wisdom, Mahatheb saw the futility of his attempts to destroy the mists of treachery that clouded the pharaoh’s vision. Instead, he planned to help his liege in another way. Knowing that Arkhothep was using dark sorcery to gain power, he decided to gather more might himself in order to fight him. Being no sorcerer, the vizier looked to the powers of the legendary djinn, and studied ways to bind them to his will. After long research, he learned that even the djinn had to bow to someone who knew their true name. He pondered his options, when seemingly fate smiled upon him and provided him with an opportunity too good to pass it by. The well-known king of thieves, Qual'Jehari, had fallen in love with Xetharis, the beautiful daughter of the vizier. When he asked for her hand in marriage, Mahatheb presented him with a condition: to steal the true names of the djinn and give them to him. Qual'Jehari, love-stricken and blinded by arrogance, accepted without hesitation. He left the court at once, promising to return soon. Years passed, and the thief was not seen or heard again, while the vile Arkhotep grew in power and assembled his co-conspirators. Running out of time and options, the vizier tried other ways to stop the pharaoh’s son, but to no avail. When Mahatheb was desperate and almost ready for a deed of desperation, a ragged pauper appeared in his chambers. The vizier was about to call the guards when the pauper revealed himself to be no other than Qual'Jehari. He was gaunt and marked by his quest, having lost both his eyes and his youth. With shaking hands he presented Mahatheb some scrolls of paper that had the names of numerous djinn written upon them. But the vizier’s joy was cut short when he recognised that in truth only a tiny fraction of all the djinn names had been acquired. In his anger he had the thief flogged and thrown out on the streets. He studied the names of the djinn he had acquired and wondered how to put them to best use. But luck is a treacherous lover, and it had already betrayed the good Mahatheb. The thief had withheld one of the djinn names, and used that djinn to steal the beloved daughter of Mahatheb. This caused so much attention that the evil Arkhothep became aware of the vizier’s actions and put his own plans into motion. Mahatheb however was wise enough to see the threat coming, and used the powers of the djinn to flee Ankrahmun, to a foreign land, taking all of his servants and riches with him. But he had underestimated the great heights of power that Arkhothep had already climbed to. The vile prince used his sorcerous might to cast a death curse on him, and all the might of Mahatheb’s bound djinn was not powerful enough to protect him. All he could do was to prolong the inevitable. He used his remaining might not to build himself a palace as he had intended, but a tomb in which he planned to endure the passing of time until the one day he would rise again. His djinn erected the tomb, and Mahatheb was embalmed by his servants, who were then put to death by the djinn so they could join their master in the afterlife. Only I, his chronicler, was allowed to live a little longer to tell his tale. When this book is finished, I too will drink the poisoned wine that the guarding djinn will serve me to fulfil my destiny. May we all one days rise again by the power of the wise Mahatheb.


Tradução:

Mahatheb foi o maior vizir que a cidade de Ankrahmun já viu. Seu conselho era valorizado e sua sabedoria lendária. Ele serviu o faraó Ashmunrah fiel e obedientemente. O sábio Mahatheb sempre foi cauteloso com os estudos do filho obscuro do faraó, Arkhotep. Mas Arkhothep sussurrou mentiras nos ouvidos do faraó e envenenou sua mente e coração. Em sua sabedoria, Mahatheb viu a futilidade de suas tentativas de destruir as névoas de traição que nublavam a visão do faraó. Ao invés disso, ele planejou ajudar seu soberano de outra forma. Sabendo que Arkhothep estava usando magia negra para ganhar poder, ele decidiu juntar mais poder por si próprio para lutar contra o príncipe. Não sendo um feiticeiro, o vizir se voltou para os poderes dos lendários djinns, e estudou modos de vinculá-los à sua vontade. Após muita pesquisa, ele aprendeu que até os djinns tinham que se curvar a alguém que sabia seus verdadeiro nomes. Ele considerou suas opções, quando aparentemente o destino sorriu para ele, e o providenciou com uma oportunidade muito boa para deixar passar. O conhecido rei dos ladrões, Qual'Jehari, tinha se apaixonado por Xetharis, a bela filha do vizir. Quando ele pediu a mão dela em casamento, Mahatheb concedeu, com uma condição: roubar os verdadeiros nomes dos djinns e entregar a ele. Qual'Jehari, apaixonado e cego pela arrogância, aceitou sem hesitar. Ele deixou a corte no momento, prometendo retornar logo. Anos se passaram, e o ladrão não foi visto ou ouvido novamente, enquanto o vil Arkhotep crescia em poder e juntava seus co-conspiradores. Ficando sem tempo e opções, o vizir tentou outros modos de impedir o filho do faraó, mas sem sucesso. Quando Mahatheb estava desesperado e prestes a cometer um ato desesperado, um pedinte esfarrapado apareceu em seus aposentos. O vizir estava prestes a chamar seus guardas quando o pedinte se revelou ser ninguém menos do que Qual'Jehari. Ele estava magro e marcado por sua missão, tendo perdido ambos os olhos e sua juventude. Com as mãos tremendo, ele presenteou Mahatheb com alguns pergaminhos que tinham os nomes de vários djinns escritos nelas. Mas a alegria do vizir acabou cedo quando ele reconheceu que na verdade somente uma pequena fração de todos os nomes dos djinns tinham sido adquiridos. Em sua fúria, ele fez o ladrão ser açoitado e jogado nas ruas. Ele estudou os nomes dos djinns que tinha adquirido e imaginou como poderia colocá-los em seu melhor uso. Mas a sorte é uma amante traiçoeira, e ela já havia traído o bom Mahatheb. O ladrão tinha contido um dos nomes dos djinns, e usado esse djinn para roubar a amada filha de Mahatheb. Isso chamou tanta atenção que o malvado Arkothep ficou ciente das ações do vizir e colocou seus próprios planos em ação. Mahatheb, no entanto, foi sábio o suficiente para ver a ameaça se aproximando, e usou seus poderes dos djinns para fugir de Ankrahmun, para uma terra estrangeira, levando todos os seus servos e suas riquezas com ele. Mas ele havia subestimado as grandes alturas que o poder de Arkhothep tinha escalado. O vil príncipe usou seu poder mágico para lançar uma maldição mortal sobre o vizir, e todo o poder dos djinns presos a Mahatheb não foi forte o suficiente para protegê-lo. Tudo o que ele pode fazer foi prolongar o inevitável. Ele usou seu poder restante, não para construir o palácio que tinha planejado, mas uma tumba na qual planejou aguentar a passagem do tempo até que um dia se levantaria novamente. Seus djinns ergueram a tumba, e Mahatheb foi embalsamado por seus servos, que então foram mortos pelos djinns, para que pudessem se juntar a seu mestre na vida após a morte. Somente eu, seu cronista, fui permitido a viver um pouco mais, para contar essa história. Quando esse livro for terminado, eu, também, irei beber do vinho envenenado que os djinns guardas me servirão, para completar meu destino. Que todos nós um dia nos levantemos novamente pelo poder do sábio Mahatheb.

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