I, Vampire (Book)

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I, Vampire

Localização: Bibliotecas de Ab'Dendriel (Livro vermelho), Biblioteca da Isle of the Kings (livro marrom).
Gênero: Indefinido.
Autor: Desconhecido.
Descrição curta: Ensaio do porque vampiros são diferentes dos humanos e são mais felizes do que eles.
Traduzido: Tick.png
Artigos relacionados: Vampires, Humanos.

Original:

I, Vampire

Our race, if my dear reader allows me to use that term, is a rather curious one. One might argue that we are a side strain of humanity. As far as I see it, the human body is all but a catalyst for a most formidable transformation. With the transformation an all new world of opportunities and impressions awaits. It is an awakening. Several things, such as coldness and tiredness cease to exist for a vampire. The focus of existence is no longer bound to tiresome daily routines and can be aimed at something bigger and more important. The weak and fragile mortal body becomes a sophisticated tool that does not lose its function due to illness or old age. Seeing the mortals suffer under such influences alienates a vampire somewhat from humanity and makes it ever more clear that we are different. Humans and vampires are set apart from each other. We remember mortality and see its weaknesses. We mourn the mortals even though our highly evolved existence raises us high above them. The wisdom we gain with our age is great. Freed of the shackles of mortality we have a clearer view of things. Knowing the envious fear with which some greedy and selfish humans view us, we hide from the eyes of overzealous inquisitors and clergymen. Behind the scenes we guide the humans through history, supporting the worthy and eliminating threats to humanity. We are the unseen movers and makers that hold kingdoms together, furthering ideas that improve societies and boosting discoveries. Not for gratitude, but to fulfil the obligation of passing some of our fortune on to those that are not as fortunate. A selected few grasp our status and have the greatness to live with their inferiority. In their own meek way they try to help us in our noble efforts. They are worthy above all others to become one of us one day. We do not take new vampires lightly of course. It can be a challenging and long journey to join our ranks. With diligence and intelligence a human might eventually convince a vampire of his worth.


Tradução:

Eu, Vampiro

Nossa raça, se meu querido leitor me permite usar este termo, é bastante curiosa. Alguém poderia argumentar que nós somos um lado estranho da humanidade. De longe eu vejo isso, o corpo humano é um catalisador para a mais formidável transformação. Com a transformação, um mundo todo de novas oportunidades e impressões espera. É um despertar. Muitas coisas, como o cansaço e o frio deixam de existir para um vampiro. O foco da existência não é a mais obrigatória e cansativa rotina diária, é destinada a algo maior e mais importante. . O corpo humano fraco e frágil torna-se um sofisticado instrumento que não perde suas funções por velhice ou doenças. Ver que os mortais sofrem destas influencias afasta o vampiro de sua humanidade deixando ainda mais claro que somos diferentes. Humanos e vampiros são separados uns do outros. Lembramos-nos da nossa mortalidade e vemos isso como fraqueza. Lamentamo-nos pelos mortais apesar de nossa existência evolutiva que nos eleva acima deles. A sabedoria que adquirimos com a nossa idade é grande. Libertos das algemas da mortalidade nós temos uma visão clara das coisas. Conhecer os medos invejosos com que alguns humanos egoístas e gananciosos nos vêem, esconder-nos dos olhares inquisidores fanáticos e clérigos. Por trás da cena nós guiamos os humanos pela história, ajudamos os dignos e as ameaças para a humanidade. Nós somos “os motores invisíveis” que mantém os reinos unidos, promovemos idéias que melhorem a sociedade e impulsionamos descobertas. Não por gratidão, mas para cumprir a obrigação de passar um pouco da nossa fortuna para aqueles que não são afortunados. Alguns selecionados compreendem nosso estado e possuem a grandeza para viver com sua inferioridade. Tentam nos ajudar, de sua própria maneira, em nossos esforços nobres. Eles são dignos acima de todos os outros para tornar-se um de nós um dia. Nós não criamos novos vampiros facilmente, claro. Há uma desafiante e longa jornada para juntar-se a nós. Com diligencia e inteligência um humano poderá eventualmente convencer um vampiro de seu valor.

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